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terça-feira, 1 de março de 2011

INHAÚMA TAMBÉM FAZ PARTE DA HISTÓRIA DOS TRILHOS



A HISTÓRIA NOS TRILHOS  
COPIADO DO SITE: http://www.anpf.com.br/histnostrilhos/historianostrilhos22_maio2004.htm
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Mapa do Sistema Suburbano do Rio, com destaque para a linha da antiga Rio d'Ouro. Mapa publicado no Catálogo do Centro de Preservação Ferroviária do Rio de Janeiro/Engenho de Dentro/1983/Preserve/RFFSA.
    A Cidade do Rio de Janeiro, na condição de antiga Capital da República, foi privilegiada na implementação de projetos de construção de linhas férreas desde os tempos do Império, dispondo, já no último quartel do século XIX, de quatro ferrovias. Embora mais antiga do que as suas coirmãs cariocas, focalizaremos a Central do Brasil por último, face à sua importância.

Foto de usuários do sistema de trens do Rio. Vemos aqui uma ordem exemplar, pois a foto deve ter sido tirada em horário de baixo movimento. Já em horários de pico, o aperto era grande. Foto esta, tomada muito provavelmente em linhas de bitola métrica, das antigas Rio d'Ouro, Leopoldina ou Linha Auxiliar. Foto publicada no Site da Sectran-RJ.
    Rio d’Ouro – Criada em 1876, era, inicialmente, uma ferrovia cargueira que tinha por objetivo transportar o material e os operários empregados nas obras de construção das adutoras para o abastecimento de água para a cidade do Rio de Janeiro, desde os mananciais da Serra do Tinguá, na Baixada Fluminense. Compunha-se, inicialmente, de dois ramais: um deles partia da extinta Praia Pequena, no Caju, e os seus trilhos iam até Triagem, de onde seguiam para o destino final; o outro, saía do Porto de Maria Angu, que existia na Penha, e seguia até o encontro com a sua linha principal, em Vicente de Carvalho, nome de um antigo fazendeiro local, embora comumente confundido com o juiz e poeta paulista Vicente de Carvalho.
    Apenas em 1883, em caráter provisório, é que os primeiros trens de passageiros começaram a circular, partindo do Caju em direção à represa Rio d’Ouro. Em 1896, passaram a circular com melhor regularidade, até a Pavuna.
    Em sua melhor fase, a Rio d’Ouro servia diversos subúrbios do Rio, como o Engenho da Rainha, INHAÚMA, Irajá, os já citados Vicente de Carvalho e Pavuna, além de diversas localidades da Baixada Fluminense, como Belford Roxo, Areia Branca, etc.

    Com a desativação de suas linhas, ocorrida no começo da década de 70, a maior parte do seu leito foi utilizada para a implantação da Linha 2 do Metrô que, gradativamente, foi se expandindo até atingir, em 1998, a sua atual estação final, Pavuna, e em cujo percurso existem, entre outras, as estações de Del Castilho, INHAÚMA, Engenho da Rainha, Vicente de Carvalho, Irajá, Colégio e Coelho Neto.

POSTADO POR Aloísio - Iso

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