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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Do Catar ao Mangueirão: a meteórica ascensão de Cortês à seleção

Foto: Fernando Soutello/Divulgação AGIF 
 
Cortês chegou ao Botafogo em abril

São 19 horas de uma terça-feira de maio na sede do Botafogo, em General Severiano, zona Sul do Rio de Janeiro. Enquanto a maioria dos jogadores se dirigem ao estacionamento, entram em seus carros importados e vão para suas casas após mais um dia de treinamento, Cortês, arrastando os chinelos, sobe as escadas para um dos quarto no CT do clube carioca. Liga o videogame e escolhe a seleção brasileira para uma partida de um jogo de futebol. Tenta as principais jogadas com Ronaldinho Gaúcho. “Ele joga demais, né? Ninguém tira a bola dele”, comenta com o volante Lucas Zen, que acompanha a partida.
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Quatro meses depois, quase com a mesma facilidade da partida de videogame, Cortês realiza lances similares ao lado do atacante do Flamengo. Desarma, ataca, dribla e corre sem parar. Desta vez, porém, ao invés de Lucas Zen, são mais de 40 mil pessoas que observam o garoto de Campo Grande no estádio Mangueirão, em Belém. O real supera o virtual e o tiete se torna tão protagonista quando o ídolo dentuço. Ao ser substituído no segundo tempo, já com câimbras, é ovacionado e tem o nome gritado pela torcida paraense.
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Destaque da vitória de 2 a 0 do Brasil sobre a Argentina, no Superclássico das Américas, na noite da última quarta-feira, o estreante com a camisa da seleção brasileira completou parte de um ciclo meteórico na carreira. Em menos de um ano foi eleito melhor lateral-esquerdo do Campeonato Carioca pelo Nova Iguaçu, foi contratado pelo Botafogo, se firmou como titular e peça importante da equipe e ganhou a primeira oportunidade com Mano Menezes na seleção.
“É uma felicidade muito grande para mim poder representar a seleção. Fiquei bem à vontade, todos os companheiros me deram muito apoio, o professor Mano também me apoiou bastante. Acho que estou bem solto, tranquilo. A rapaziada tem me deixado bem à vontade. No início fiquei um pouco nervoso, mas depois ajudei a equipe a sair com um bom resultado”, disse Cortês após a partida, com o jeito humilde que já é característico.
FONTE: http://esporte.ig.com.br/futebol/do-catar-ao-mangueirao-a-meteorica-ascensao-de-cortes-a-selecao/n1597247343599.html

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